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Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana
Red de Información Tecnológica Latino Americana
Latin American Technological Information Network

Livros / Estudos

Ensino de Ciências e Desenvolvimento: o que pensam os cientistas

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Livros e Estudos
18-11-2009

Publicado por: Unesco e Grupo Sangari
Organizadores: Jorge Werthein e Célio da Cunha
2009

capa ensino de ciencias.jpg A segunda edição de um livro é sempre motivo de satisfação. Em primeiro lugar, porque demonstra o êxito da publicação em termosde aceitação pública. Em segundo, porque se cria a oportunidade de conquistar novos leitores. No caso deste livro, há ainda mais um: a inclusão de autores que não participaram da primeira edição. Com essa segunda versão, revista e ampliada, a UNESCO e o Instituto Sangari esperam reavivar o debate sobre a relevância de Educação em geral, assim como do ensino e da aprendizagem de Ciências no Brasil.

Os argumentos expostos ao longo desta obra - de exclusiva responsabilidade dos autores, que tiveram total liberdadede expressão - variam em termos de perspectiva, abordagem, ênfase, entre outros aspectos. Todos, porém, convergem em pelo menos um ponto: am premência de se investir mais e melhor na formação científica da sociedade brasileira, especialmente das crianças e dos jovens. Todos concordam que o Brasil perderá, definitivamente, o bonde (melhor seria dizer o jato) da história se não desenvolver uma consistente política de Estado para a Educação, com especial ênfase ao ensino e ao aprendizado de Ciências.

A visão dos cientistas é extremamente relevante uma vez que ninguém mais do que eles próprios conhece a realidade das Ciências no Brasil e os desafios que o país enfrenta, e ainda terá de enfrentar, se almejar alcançar o status de nação desenvolvida; e desenvolvimento, nesse contexto, envolve tanto o aspecto econômico-financeiro quanto o sociocultural. Implica avançar da condição de exportador de commodities a produtor de bens de consumo com alto valor agregado, além de oferecer melhores condições de vida à população. Sobre esse pano de fundo, os cientistas contribuem não somente com suas descobertas e invenções, mas também com suas reflexões em torno do que se vê e se vive no mundo contemporâneo.

Parecem inegáveis, portanto, a relevância e a atualidade deste livro. A demanda por reflexão de alto nível sobre educação, ciência e tecnologia cresce à medida que o noticiário nacional e internacional inunda a sociedade com notícias sobre as recentes descobertas da Medicina, da Astronomia, da Robótica, da Telefonia, assim como sobre os desafios que algumas dessas descobertas representam para o meio ambiente em geral e a vida humana em particular.

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Investimentos em Educação, Ciência e Tecnologia: o que pensam os jornalistas

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Livros e Estudos
17-11-2009

Publicado por: Unesco e Grupo Sangari
Organizadores: Jorge Werthein e Célio da Cunha
2009

 

capa investimentos em educacao.jpg

Jornais, revistas, radiojornais, telejornais, canais especializados da TV paga, sites e blogs de notícias, todos têm espaço reservado especialmente para notícias relacionadas à ciência e à tecnologia. Não poderia ser diferente. Afinal, essas duas áreas têm sido responsáveis por uma revolução em curso, a qual, a passos largos, vem modificando a face do mundo. As mudanças em andamento afetam, inclusive, os próprios meios de comunicação de massa, que colhem os benefícios das novas invenções, sobretudo na área de telefonia, informática e, mais especificamente, de transmissão de dados via satélite. Acaba por estabelecer-se, assim, uma espécie de processo de autoalimentação e de autorreferência. Os avanços científicos e tecnológicos são notícia, mas também são responsáveis, direta ou indiretamente, pelos cada vez melhores canais de difusão de notícia. O fenômeno vai além do que previu o filósofo Marshall McLuhan (1911-1980), para quem "o meio é a mensagem". Hoje, quando o objeto da mensagem diz respeito à ciência e à tecnologia, pode-se mesmo dizer, em alguns casos, que a mensagem é o meio, tão profundamente envolvida ela está em seu próprio processo difusor.

Indague-se a um veterano jornalista como ele fazia para obter informações, apurá-las, realizar entrevistas, redigir textos, editá-los, diagramá-los e publicá-los antes do advento do telefone celular, do computador, da internet, entre outros aparatos hoje indispensáveis para o exercício do jornalismo. A resposta deixará claro por que diversos avanços científico-tecnológicos são e têm sido sempre notícia e meio, a um só tempo. Como se não bastasse, tais avanços também implicam profunda mudança na visão de mundo do profissional de imprensa. Sabe-se, desde a invenção da luneta, que algumas máquinas "aprimoram os olhos", enquanto outras os distraem. Nenhuma, porém, deixa de afetá-los de alguma maneira.

É evidente que a sociedade em geral e o meio jornalístico em particular não estão interessados somente nas descobertas, invenções e reflexões relacionadas ao segmento da comunicação. No entanto, o raciocínio inverso "funciona" (para usar um termo comum em tecnologia): a comunicação é componente indispensável para o êxito das inovações científico-tecnológicas. Afinal, para que serviriam elas se a maioria das pessoas não as compreendesse minimamente que fosse, tanto para poder usufruí-las quanto para poder valorizá-las e estimulá-las, estabelecendo, assim, um círculo virtuoso? As inovações necessitam de incorporação na vida cotidiana para que tenham sentido e, uma vez imersas no mundo do uso e da experiência, recebam críticas e insumos para seu próprio aperfeiçoamento. Não por acaso, o comércio de produtos e serviços de alta tecnologia utiliza tão amiúde expressões como "última geração", "top de linha", "nova versão", etc. O aprimoramento é e deve ser ininterrupto.

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Presentación del libro "Políticas Educativas y Chesión Social en América Latina"

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Livros e Estudos
12-11-2009

Publicado por: Uqbar
Autores: Simón Schwartzman y Cristián Cox
2009

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PRESENTACIÓN DEL LIBRO “POLÍTICAS EDUCATIVAS Y COHESIÓN SOCIAL EN AMÉRICA LATINA” EDITADO POR SIMÓN SCHWARTZMAN Y CRISTIÁN COX
Eduardo Valenzuela
Instituto de Sociología, Pontificia Universidad Católica de Chile
4 de Noviembre, 2009

Ante todo debo subrayar el mérito de un libro completo y exhaustivo que trata todos los temas relevantes en política educacional: financiamiento educativo, gestión escolar, curriculum y profesión docente (en la primera parte) y luego como tema especial, el papel que la tiene la educación en la producción de cohesión social.  El libro se ubica rápidamente en el seno de un debate sobre políticas públicas en educación.  El marco general de las políticas públicas en educación es bastante claro: en los últimos veinte años se ha tenido un crecimiento espectacular de las coberturas en educación primaria (que han llegado al 95% en América latina) y secundaria (que han llegado al 66%): es cierto que estos dos logros en cobertura son extremadamente recientes (sobre todo en Brasil) y se consiguen muy tarde en comparación con los demás países desarrollados. Piensen ustedes que los países centrales de Europa y Estados Unidos universalizaron la educación primaria, o consiguieron alfabetizar a toda su población casi cien años antes que América Latina, tal es la magnitud de la brecha.  El primer artículo de Donald Winkler muestra la importancia del financiamiento privado en la expansión de los sistemas educativos, los datos de Donald Winkler para AL son los siguientes: el sector público invierte 3,9% del PGB y sector privado 1,1% (2000), en Chile están equiparados en torno al 3% del PGB en cada sector. Winkler hace ver el carácter regresivo del financiamiento privado (y también del financiamiento público en educación superior), pero también muestra que la desigualdad educativa medida en años de escolaridad  ha venido disminuyendo en forma acelerada.  Los datos de Crouch (y su equipo) en un capítulo posterior sobre educación y cohesión social son bien impresionantes: la desigualdad educativa medida en grados de educación entre menores de 25 años baja de  0,58 a 0,36 en relación a la generación de sus padres, y en Chile de 0,44 a 0,21. Una cosa es el Gini de ingresos, otra muy diferente el Gini educacional. La expansión educativa puede tener rendimientos de cohesión social muy espectaculares en el futuro.

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Promoting Scientific Literacy: Science Education Research in Transaction

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Livros e Estudos
26-06-2009
Proceedings of the Linnaeus Tercentenary Symposium

Uppsala University, Uppsala, Sweden,
May 28-29, 2007
by Cedric Linder, Leif Östman and Per-Olof Wickman (Eds.)


This proceedings volume is a documentation of a symposium that was part of the Linnaeus Tercentenary 2007 Celebrations held at Uppsala university. Gaalen Erickson and Douglas Roberts received Honorary Doctorates in the area of Science Education and to celebrate this, a special symposium entitled Promoting Scientific Literacy: Science Education Research in Transaction was held. A large group of invited speakers presented a diversity of perspectives as they explored a future vision for science education research and practice by articulating a more expansive notion of scientific literacy than has previously been the case. These explorations involved discussions of both theoretical and
practical issues in relation to questions regarding the teaching and learning of this 'revised' notion of scientific literacy at both the individual and the societal levels.
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Equally prepared for life? How 15-year-old boys and girls perform in school

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Livros e Estudos
27-05-2009
Published on: OECD
26/05/2009


Growing demand has led to the need for a better understanding of the different educational experiences, successes and eventual outcomes that prevail for men and women world wide.
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