Para jovem desigualdade é maior problema do país
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Notícias
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27-11-2009 |
Publicado em: Juventude.sp
25/11/09
A desigualdade social foi apontada como problema mais grave do país para os jovens. É o que mostrou um levantamento feito com os 1.854 participantes da I Conferência Nacional de Juventude, a maioria militantes de movimentos sociais. Deles 47,4% consideram as disparidades sociais como principal problema, seguindo de desemprego (44,2%) e violência (36,5%).
No levantamento outros temas apareceram como problemas graves para os jovens. Entre eles pobreza (36%), qualidade da educação (32,5%), corrupção (27,1%), narcotráfico (11,3%) e racismo (10,0%). Os resultados foram apresentados no livro “Quebrando Mitos: Juventude, participação e políticas”, lançado em 18 de novembro. A publicação reúne dados recolhidos durante a Conferência da Juventude, que aconteceu em abril do ano passado.
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Pesquisa mostra perfil dos líderes
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24-11-2009 |
Publicado em: Folha Dirigida
24/11/09
Ativistas que levantam diferentes bandeiras, todas muito coloridas, em novos espaços políticos. Esse é um dos diangnósticos apontados pelas sociólogas Mary Castro, professora da Universidade Católica de Salvador (Ucsal), e Miriam Abramovay, coordenadora de pesquisa da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), que acabaram de lançar o livro "Quebrando Mitos: Juventude, Participação e Políticas".
A publicação é fruto de um estudo realizado durante a I Conferência Nacional de Políticas Públicas para a Juventude, que aconteceu em Brasília, no ano passado. As pesquisadores aplicaram 1.854 questionários, promoveram 30 grupos focais e entrevistaram 280 representantes de entidades diversas, como a Central Única das Favelas (CUFA), a União da Juventude Socialista (UJS), movimento negro, movimento LGBT, movimentos feministas, quilombolas, jovens sindicalistas, jovens da área rural, comunidades indígenas, religiosos, movimento hip hop, entre outros.
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Jovem militante do país não confia nas instituições oficiais
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Notícias
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23-11-2009 |
Publicado em: O Tempo
22/11/09
Por Marcelo Fiuza
Apesar de progressistas, os jovens militantes brasileiros não confiam nem se sentem próximos aos poderes instituídos, como o Executivo, Legislativo e Judiciário. Criticando a política atual, eles estão dispostos a mudá-la, mas, por outro lado, esses jovens engajados estão divididos em relação ao aborto, são contra a legalização das drogas e muito ligados à família. Essas são as conclusões da pesquisa "Quebrando Mitos: Juventude, Participação e Políticas", lançada na última quarta-feira no Rio de Janeiro. O estudo, feito pelas sociólogas Mary Garcia Castro e Miriam Abramovay, ouviu 1.854 participantes da I Conferência Nacional de Juventude, a maioria dos militantes dos movimentos sociais, com idades entre 15 e 29 anos.
Segundo a coordenadora Miriam Abramovay, a pesquisa derrubou três mitos importantes. O primeiro: de que o jovem é alienado. O segundo: de que ele é egoísta e consumista. E, por último: de que ele não se preocupa com o próximo. "Os jovens militantes brasileiros são muito preocupados consigo mesmos, mas também com a situação do Brasil e com a participação deles na sociedade", diz Miriam, que traçou um perfil social, demográfico e político de representantes de entidades diversas, como a Central Única das Favelas (Cufa) e a União da Juventude Socialista, o movimento negro, além de partidos políticos.
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Jovens divididos sobre aborto e contra as drogas
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19-11-2009 |
Publicado em: Jornal do Commercio PE
19/11/09
RIO - Jovens progressistas, mas divididos em relação ao aborto, contra a legalização das drogas e ligados à família. O perfil foi extraído de entrevistas com 1.854 participantes da 1ª Conferência Nacional de Juventude, a maioria militantes dos movimentos sociais, e está descrito no livro Quebrando mitos: juventude, participação e políticas, lançado ontem no Rio.
A pesquisa, coordenada pelas sociólogas Mary Garcia Castro e Miriam Abramovay, mostra que 32,6% dos participantes do encontro, que aconteceu em abril do ano passado, em Brasília, se disseram totalmente contra a legalização do aborto, enquanto 22,2% se mostraram favoráveis.
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Nem egoístas, nem alienados
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19-11-2009 |
Publicado em: Correio Braziliense
19/11/09
Para a coordenadora Miriam Abramovay, a pesquisa derrubou três mitos importantes. O primeiro: de que o jovem é alienado. O segundo: de que ele é egoísta e consumista. E, por último: de que ele não se preoucupa com o próximo. O diálogo entre jovens e adultos é muito difícil. Precisamos olhar para eles com mais atenção porque a população brasileira está envelhecendo e nunca teremos tantos jovens como agora no Brasil , afirma.
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