Fatores geradores de violência em escolas localizadas em areas periféricas
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14-04-2010 |
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Publicado em: Pedagogia em ação. Vol. 1 nº 2 (2009)
Por Karoline de Carvalho Coelho, Priscila Sales Geraldo, Regiane Cristina
Augusto, Viviane Silva Alves
Resumo:
A violência no âmbito da escola tornou-se tema de diversos estudos nos últimos vinte anos. Neste trabalho procuramos tratar do que leva a violência escolar e quais os fatores que a tornam tão recorrente neste ambiente. Apresenta-se uma abordagem teórico-histórico de modo a contextualizar tal quadro, seguindo-se pela apresentação dos principais fatores geradores de violência escolar. A partir disso, a análise de resultados foi feita relacionando dados das mesmas escolas coletados no ano de 2007, quando o projeto de pesquisa que desancadeou estre trabalho foi realizado, comparando-os com os dados atuais, neste ano de 2009. As informações coletadas e expostas na forma de gráficos revelam mudanças positivas e negativas ocorridas no ambiete escolas e a visão de professores, além de fatores que influenciam na prática de algum ato de violência entre os integrantes das escolas.
Íntegra do artigo aqui.
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Caleidoscópio das violências nas escolas
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08-03-2010 |
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08/03/2010
Escrita por Carolina Scrivano Leão, essa resenha crítica faz uma análise do livro Caleidoscópio das violências nas escolas, escrito por Miriam Abramovay e Mary de Castro.
Confira na íntegra a resenha.
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Sobre (e sob) minivestidos e burcas
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23-11-2009 |
Publicado em: Correio Braziliense
21/11/09
Por Miriam Abramovay*
A jovem Geisy Arruda chocou os colegas de faculdade, e seus colegas de faculdade chocaram o Brasil e o mundo. Ela, porque usava um minivestido rosa-choque. Eles, porque viram na roupa da colega um sinal de licenciosidade e a humilharam em público. O episódio do linchamento moral e quase físico da estudante Geisy Arruda, da UniBan, em São Bernardo do Campo, na semana passada, é o paroxismo de um comportamento que vem se verificando em ambientes escolares Brasil afora, desde o ensino fundamental. Atos de intolerância, que culminam em violência física, verbal, entre outras, são frequentes nas escolas do país e envolvem tanto estudantes quanto professores e funcionários, cada qual em diferentes posições, conforme o caso. Ora, são vítimas, ora, perpetradores de comportamentos violentos. As motivações também são variadas: machismo (como no episódio da UniBan), homofobia, racismo, intolerância religiosa etc.
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09-11-2009 |
Publicado em: Tribuna do Planalto/GO
07/11/09
por Raphaela Ferro
Jimmy Hopkins se muda para um colégio interno, onde as regras são muito rígidas e os alunos, em maioria, são mais do que encrenqueiros; são violentos. O primeiro contato que ele tem com os valentões da escola é o que irá determinar se ele será um deles ou alguém que eles irão dominar. E quem determina o que Jimmy faz é você. O jovem é um personagem do jogo de videogame Bully.
Por meio dele, crianças e jovens simulam sofrer e praticar atos de violência na escola. Eles podem, virtualmente, puxar a cueca dos colegas, jogá-los na lata de lixo, acertá-los com tacos de beisebol, agredir o inspetor da instituição ou até colocar a cabeça de um aluno dentro do vaso sanitário.
O jogo foi banido do Brasil. Não pode ser importado, vendido ou distribuído em sites e lojas do País. Mesmo assim, quem quiser pode baixá-lo pela internet. Enquanto tais práticas são promovidas apenas virtualmente, o risco pode ser limitado. Contudo, muitas escolas hoje convivem com essa realidade cotidianamente, como afirmam as secretárias municipal e estadual de Educação, Márcia Carvalho e Milca Severino, respectivamente.
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Para além dos puxões de cabelo
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21-10-2009 |
Publicado em: O Estado de S. Paulo/SP
21/10/09
por Miriam Abramovay e Jorge Werthein
O pacato município de Araçariguama, a 50 quilômetros da cidade de São Paulo, foi parar nas manchetes dos jornais no último dia 16 de setembro. O motivo deixou espantados os 13 mil habitantes da cidade: duas garotas se engalfinharam na porta de uma escola, enquanto a mãe de uma delas estimulava a filha a bater na colega.
A cidadela de nome quase impronunciável, ainda que ostente 90% de taxa de alfabetização, enfrenta problemas semelhantes aos de cidades maiores, como a violência entre estudantes. Há pouco mais de dois meses, em Ribeirão Preto, também no interior de São Paulo, 13 meninas com idade entre 11 e 15 anos prestaram depoimento no Ministério Público Estadual por serem suspeitas de integrar o "Bonde do Capeta", grupo de alunas da sétima série de uma escola estadual na periferia da cidade. As jovens ter-se-iam reunido para ameaçar e estapear colegas mais bem-vestidas e com notas melhores.
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