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Notícias

RBPG disponibilizará artigos em língua estrangeira

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16-03-2010
Publicado em Gestão C&T
16/03/10


A Revista Brasileira de Pós-Graduação (RBPG) poderá receber artigos de cooperação internacional escritos em língua estrangeira. A autorização foi divulgada no Diário Oficial da União do dia 10. O novo regulamento também prevê a mudança da periodicidade de semestral para trimestral e o aumento no número de membros do conselho editorial da revista.

Lançada em agosto de 2004, a RBPG é voltada à divulgação de estudos, experiências e debates sobre a pós-graduação. Com uma média de 8,5 a 10 mil acessos por trimestre, a revista firmou-se como um importante veículo para a disseminação de estudos e debates da área. Estruturada em quatro seções - Estudos, Experiências, Debates e Documentos - a publicação é disponibilizada para todas as bibliotecas e vários centros de informação do país e do exterior. A revista também é disponibilizada no portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no endereço www2.capes.gov.br/rbpg/ .

A revista impressa é distribuída gratuitamente para programas de pós-graduação, pró-reitorias de pós-graduação, bibliotecas de instituições de ensino superior e órgãos públicos. Para adquirir um exemplar avulso da RBPG, deve-se efetuar depósito, por meio da Guia de Recolhimento de Receitas da União (GRU), disponível no endereço https://consulta.tesouro.fazenda.gov.br/gru/gru_simples.asp . O recolhimento dos valores deve ser efetuado pelo Banco do Brasil.

O valor unitário da revista é de R$ 10, sendo a taxa de postagem por unidade R$ 1,50, para remessa simples, ou R$ 6, para remessa registrada. Após o depósito, deve-se enviar o comprovante de pagamento, nome, telefone e endereço do destinatário por meio do fax (61) 2022-6902.

(Com informações da Capes)
 

A diversidade como lição

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26-01-2010
Publicado em: O Globo
24/01/10
por Tatiana Farah


A cidade de Campinas, no interior paulista, terá a primeira escola para jovens gays do país. Com recursos do Ministério da Cultura e do governo do estado, a ONG E-Jovem vai abrir a escola em março, com cursos gratuitos de dança, canto, TV/Web e produção de fanzines. Dezenas de adolescentes homossexuais e heterossexuais já fizeram as inscrições para as aulas, que terão 20 alunos por turma. Na grade curricular do ano que vem, já está previsto um curso para formação de drag queens.

- A Parada (Gay) mostrou que os homossexuais existem. Agora, queremos mostrar que eles têm o que dizer - afirma o professor universitário e militante gay Deco Ribeiro, de 38 anos, um dos idealizadores do projeto.

A escola não vai oferecer o ensino regular, mas cursos que promovam a cultura homossexual e fomentem a formação de meios de divulgação, como os fanzines e a TV por internet. O projeto tem financiamento público de R$ 180 mil, a serem gastos em três anos. A proposta de criação da escola foi uma das 300 contempladas no programa do governo para a formação de pontos de cultura.

- O importante é valorizar a identidade desses jovens, que precisam de um espaço de cultura e de meios para se expressar. Há muito preconceito, e uma forma de combater isso é valorizando a cultura LGBT - afirma Deco.
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Homofobia das escolas é discutida em debate

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14-12-2009
Publicado em: infonet
11/12/09
por Carla Santana


É cada vez mais comum verificar a presença de delitos homofóbicos dentro das escolas brasileiras. Tanto jovens homossexuais, quanto professores que repreendem alunos com condutas inadequadas estão sendo agredidos por adolescentes que não aceitam a diversidade sexual dos colegas.

Com o objetivo de discutir esse assunto e estimular a conscientização dos adolescentes dentro das escolas, a coordenadora do Setor de Pesquisas da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (RITLA), Miriam Abramovay, ministrou nesta sexta-feira, 11, às 8h, uma palestra no Tribunal de Justiça.
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Homofobia nas escolas: debate com Miriam Abramovay

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11-12-2009
Publicado em: inclusive
11/12/09


Os mandatos do deputado federal Iran Barbosa (PT-SE) e da deputada estadual Ana Lúcia (PT-SE) promovem, nesta sexta-feira, dia 11 de dezembro, em Aracaju, debate sobre a homofobia nas escolas. O debate acontece a partir das 8h, no auditório do Tribunal de Justiça, na praça Fausto Cardoso.

O objetivo é disseminar informações a respeito de pesquisas que apontam o quanto é alto e grave o grau de discriminação nas escolas.

Os dados serão apresentados pela coordenadora do Setor de Pesquisas da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (RITLA), Miriam Abramovay.

“A homossexualidade ainda é um tema cercado de preconceitos em nossa sociedade. O preconceito, de modo geral, surge em razão de falta de conhecimento, sendo esta uma lacuna que compete à escola preencher”, considerou Iran.

Em Sergipe, o deputado coordena a Frente Nacional pela Cidadania LGBT. Segundo Iran, a escola é um lugar privilegiado para promover a cultura do respeito às diferenças, à diversidade e à inclusão social, rumo a uma verdadeira democracia para que todas as pessoas possam viver com dignidade e sem discriminação.

Quadro – Estudos publicados nos últimos cinco anos demonstram e confirmam cada vez mais o quanto a homo-lesbo-transfobia (medo ou ódio irracionais às pessoas LGBT) permeia a sociedade brasileira e se encontra presente nos colégios.
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Sem preconceito

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11-12-2009
Publicado em: Jornal do Dia Online/SE
11/12/09


SEM PRECONCEITO

Homofobia nas escolas. Este é o tema de debate promovido pelos deputados Iran Barbosa (federal) e Ana Lúcia Menezes (estadual), que acontece hoje no Tribunal de Justiça. Participa do debate a coordenadora do Setor de Pesquisas da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (RITLA), Miriam Abramovay, que apresentará resultado de pesquisa que indica elevado grau de discriminação existente nas escolas.

PESQUISA


Pesquisa intitulada Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e publicada em 2009, revela que 87,3% dos entrevistados têm preconceito com relação à orientação sexual. Foram entrevistados 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários.
 
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