PortuguêsEspañolEnglish

RITLA

Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana
Red de Información Tecnológica Latino Americana
Latin American Technological Information Network

Artigos

A educação compromete

PDF Imprimir E-mail
Artigos
29-03-2010
Publicado em Estado de Minas
29/03/10


A baixa qualidade do sistema educacional brasileiro, em especial quanto ao ensino de ciências e matemática, está comprometendo todo o esforço que o país tem feito para avançar em infraestrutura e em uso da tecnologia da informação (TI). Fator de competitividade no mundo moderno, a TI é medida atualmente como indicador de potencial de desenvolvimento e de atração de investimentos em projetos industriais, de agropecuária avançada e de serviços que demandam tecnologia de ponta. Levantamento divulgado semana passada pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), mostra que o Brasil perdeu, em 2009, duas posições no ranking mundial organizado pela entidade com base no Índice de Tecnologia da Informação (IPI), em relação ao levantamento de 2008. O Brasil caiu da 59ª para a 61ª, numa relação que envolve 133 países.

O WEF analisou 68 itens e constatou que o Brasil fez progressos em aspectos como telefonia, rede elétrica e centros de pesquisa. Com isso, o país ganhou posições num dos pontos mais importantes da pesquisa, o da infraestrutura. Mas esses avanços são anulados pelas deficiências da educação e pela perda de pontos preciosos em mais dois setores: burocracia e impostos. Responsáveis pela pesquisa alertam para o efeito da elevada carga tributária sobre o s produtos de tecnologia e de comunicação no Brasil, o que torna mais difícil o acesso da maioria da população a esses recursos.
Leia mais...
 

Inovação tecnológica

PDF Imprimir E-mail
Artigos
22-03-2010
Publicado em Estado de Minas
22/03/10
Por Fabian Salum*


Desde meados do século 20, os países desenvolvidos apostaram na inovação tecnológica como fator de desenvolvimento econômico. Muito embora não se possa fazer uma análise linear entre gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D), crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), depósitos de patentes e outros dados, o fato é que a aposta mostrou-se acertada. De fato, são países em que se encontram sediadas as maiores corporações do mundo, com elevados níveis educacionais, empregos de ponta e alta qualidade de vida. Exemplo recente é a Coreia do Sul, cujo salto verificado em todos esses aspectos nos últimos 30 anos foi ancorado na inovação tecnológica. No Brasil, circulam marcas coreanas como Samsung, LG, Kia, entre outras, conquistando mercados de outas tradicionais, numa velocidade sem precedentes.

A inovação tecnológica não é um fenômeno propriamente do século 20. Da forma como a concebemos hoje, talvez pudéssemos retroagir à primeira Revolução Industrial, na Inglaterra, momento em que se passou, de forma mais consistente, a associar-se o desenvolvimento de novos produtos e processos ao crescimento econômico de um país. No início, o economista Joseph Schumpeter elaborou sua teoria econômica baseada na importância da inovação no desenvolvimento do capitalismo contemporâneo, dando suporte teórico a essa concepção - mas desde sempre a humanidade inovou. O cientista inglês Noel Joseph Terence M. Needham (1900-1995) chegou à conclusão de que a China era o país que mais descobriu e inventou o que existe de importante para a humanidade (o papel, por esxemplo), mas deixou de transformar seus conhecimentos em tecnologia para o desenvolvimento.
Leia mais...
 

O decisivo desenvolvimento científico

PDF Imprimir E-mail
Artigos
25-02-2010
Publicado em Correio Braziliense
25/02/10
Por Joaquim Falcão, Professor da FGV Direito Rio


China e Estados Unidos competem e divergem. Mas, pelo menos num ponto, ambos estão de acordo. É sobre qual deve ser o fator decisivo na disputa pela hegemonia no mundo. Se é que essa hegemonia ainda é possível na multipolaridade. Não será a política econômica sozinha. A política de desenvolvimento científico será, já é, um fator estratégico indispensável. Decisivo, talvez.

Não foi por menos, e passou quase desapercebido, que o único setor do orçamento americano para o qual Obama pediu ao Congresso um aumento, se não me engano, de cerca de 5%, foi o que diz respeito ao estímulo a pesquisas científicas. É sua prioridade recôndita.

A China, por sua vez, aumenta cada vez mais o componente tecnológico em seus produtos de exportação. Não se pretende no futuro como exportador de produtos de baixa tecnologia. Desenhou uma política científica de altos investimentos em green technology, sendo a poluição um dos fatores inibidores do desenvolvimento social e econômico do país. Sobretudo em biotecnologia aplicada à área da saúde para poder enfrentar os crescentes e insuportáveis custos da atual medicina. Basta constatar no mundo inteiro que não importa o modelo, a legislação, os planos ou os sistemas de saúde. Todos são deficitários e insuportáveis para o conjunto da população. O desafio à nova medicina é assegurar a nova saúde. O que não se faz sem pesquisa intensiva. E, finalmente, na tecnologia da alimentação, para aumentar a produção agrícola e bem alimentar os chineses e o mundo.
Leia mais...
 

Inovação versus recursos naturais

PDF Imprimir E-mail
Artigos
23-02-2010
Publicado em Folha de S. Paulo
23/02/10
Por Antonio Marcio Buainain e José Maria da Silveira*


Repercutiu na imprensa (Estado, 20/2, Para crescer, Brasil precisa de mais "Embraers", Jamil Chade) o lançamento do livro Time for a Visible Hand, editado por Joseph Stiglitz e José Ocampo, com um alerta de que os países não podem basear suas estratégias de desenvolvimento e redução da pobreza no setor agrícola, em recursos naturais e/ou no comércio de commodities.

Para o destacado economista Giovanni Dosi, que participa do livro, o "setor agrícola tem claros limites e nossa recomendação é para que nenhum país emergente dependa do setor para sair da condição de subdesenvolvimento". O Brasil precisa de "mais Embraers" e deveria compensar as desvantagens em relação à China e à Índia promovendo os setores de alta tecnologia.

Ainda não tivemos acesso ao livro e fazemos os comentários abaixo com base em resumos e declarações publicadas. A recomendação - quase um clichê desenvolvimentista - de que os países não deveriam definir estratégias de desenvolvimento baseadas na utilização de recursos naturais, além de irrealista, pode motivar políticas equivocadas. Basta lembrar os efeitos desastrosos da recente taxação às exportações agrícolas pelo governo argentino. É irrealista porque o processo de industrialização e a verdadeira dinamização do setor serviços baseada em tecnologia originam-se de trajetórias que não existem, nem como possibilidade remota, para um grande número de países.
Leia mais...
 

Tecnología, clave para el futuro

PDF Imprimir E-mail
Artigos
08-02-2010

tito-drago1.jpg02/02/10
Por Tito Drago

El Plan Avanza, clave para el desarrollo de la información y el conocimiento, fue entregado hoy al Secretario de Estado de Telecomunicaciones y para la Sociedad de la Información de España, Francisco Ros, por la Comisión de Industria, Turismo y Comercio del Senado.

La Secretaria de Innovación y Nuevas Tecnologías y miembro del gobernante Partido Socialista Obrero Español (PSOE), María González Veracruz, felicitó a todos los grupos parlamentarios por el acuerdo político alcanzado en la Comisión de Industria, Turismo y Comercio del Senado al apoyar de manera unánime el Plan Avanza para 2010-2015, y subrayó la importancia del consenso “en una materia fundamental para el progreso y la modernidad de nuestro país”.

 

Leia mais...
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próxima > Fim >>

Resultados 1 - 9 de 243
 

Áreas Temáticas

 
logo_ob01_small_portugues1.png
 
 
obsv2.png
 

Recursos

SHIS - QI 9 conjunto 15 casa 15 - Lago Sul - Brasília, DF - Brasil
Telefone/Fax: +55 (61) 3248-3805 / 3248-5607
© Ritla 2008