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25-03-2010 |
Publicado em Gazeta do Povo/PR
25/03/10
Por Roberto Portugal Bacellar*
Há muito tempo novos parâmetros de socialização e de consumo de informações na internet se tornou popular em diversas regiões do Brasil. Em pouco tempo, essa ferramenta se tornou uma forte influência no cotidiano dos jovens (crianças e adolescentes). Pesquisas mostram um aumento progressivo do número de internautas jovens.
Dados do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) e da F/Radar, compilados pelo Instituto Datafolha em parceria com a agência de propaganda F/Nazca, apontam que aproximadamente 94% dos jovens entrevistados na pesquisa usam o meio on-line para se relacionar. Entre os jovens, as ferramentas mais utilizadas para esse fim são o MSN e o Orkut. Mas como agir com ética na internet?
Esse é o grande questionamento de pais e professores, que muitas vezes se deparam com o medo da exposição que esses novos meios podem trazer. Temas como pornografia, violência, racismo, atividades ilegais, entre outros, são constantemente divulgados na internet, seja para o lado bom e construtivo como para a proliferação negativa dos assuntos.
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16-03-2010 |
Publicado em O Globo
16/03/10
Por Benito Paret
O Brasil não pode continuar caminhando à margem de um mundo que se move a gigabytes por segundo. Ou disponibilizamos conexão a velocidade compatível com os conteúdos ofertados ou nos desconectamos definitivamente do mundo que se anuncia.
Além da urgência de providenciar inclusão e velocidade de tráfego, que o Plano de Banda Larga do Governo Federal promete resolver, é preciso desenvolver conteúdos nacionais e garantir que os mecanismos implantados sejam sustentáveis.
A primeira iniciativa para promover a inclusão digital no Brasil foi a criação do CDI, em meados dos anos 90.
Esse programa instalava em associações de moradores, creches e outros espaços das comunidades o saldo de equipamentos resultante das trocas ocorridas. Era um modelo sustentável, porque essas entidades autogeridas cobravam uma quantia compatível com o poder aquisitivo local para prestar serviços aos moradores.
Outra iniciativa foi a criação de laboratórios nas escolas, modelo limitado, porque abrangia poucos alunos e a maioria dos professores estava despreparada.
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15-03-2010 |
Publicado em UOL Notícias
15/03/10
Por Tom Chatfield
Um cérebro alfabetizado é diferente, estruturalmente, de um cérebro analfabeto. É quase impossível acompanhar como essas diferenças surgem durante a infância, quando o cérebro está mudando por inúmeras razões. Mas experimentos comparando os cérebros de adultos alfabetizados e analfabetos mostraram que existe uma ligação com o tamanho do giro angular, uma área do cérebro associada com a linguagem, assim como modelos diferente e mais intensos de atividade mental em outros lugares.
Há muito tempo aceitamos a escrita como um dos alicerces da civilização. Hoje, entretanto, os neurologistas enfrentam questões profundamente difíceis para muitos observadores: se a alfabetização muda o nosso cérebro, o que será de um cérebro digitalmente alfabetizado (moldado pelas interações com meios digitais como computadores e videogames) - e o que isso poderá significar para a forma como aprendemos?
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Direitos civis e políticos versus internacionalização da economia
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15-03-2010 |
Publicado em Correio Braziliense
15/03/10
Por ORIANA PISKE DE AZEVEDO MAGALHÃES PINTO*
O Direito Internacional dos Direitos Humanos vem se consolidando após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), oriundo dos horrores do nazismo, foi construído a partir de uma normatividade internacional, até então inexistente. A estrutura normativa de proteção internacional aos direitos humanos, além dos instrumentos de proteção global, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, abrange, ainda, os instrumentos de proteção regional, pertencentes aos sistemas europeu, americano, asiático e africano. Os referidos sistemas são complementares, sendo que fica ao alvitre do cidadão que sofreu vulneração de direitos a escolha do aparato que mais o beneficie.
O Direito Internacional dos Direitos Humanos se afirma a cada dia como um novo ramo do direito, dotado de princípios e regras, tendo como objetivo maior a proteção da dignidade da pessoa humana no âmbito nacional e internacional. O direito a ter direitos , segundo Hannah Arent (2000), passou a ser a referência fundamental de todo o processo internacionalizante, e não seria diferente com relação ao processo de transnacionalização dos mercados.
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Surfing by phone: Significant growth
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27-07-2009 |
Published on: NetFamilyNews
23/07/09
By Anne Collier
Seems it's only a matter of time before Americans are accessing the Net via phones as much as on computers. And certainly, Web access is coming to the cellphone of a kid near you! A just-released survey by the Pew/Internet Project found that 56% of US adults have accessed the Internet wirelessly - via laptop, mobile device, game console, or MP3 player, and about a third (32%) have used a cellphone to access the Net "for emailing, instant-messaging, or information-seeking." That figure for phone-based access is up one-third since December 2007, "when 24% of Americans had ever used the Internet on a mobile device." On a typical day, Pew adds 19% of Americans use the Net from their phones - 73% growth over 16 months.
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