Michelle Bachelet envia pedido oficial de ajuda à ONU
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02-03-2010 |
Publicado em Correio Braziliense
02/03/10
Dois dias depois do terremoto que abalou o Chile e matou pelo menos 723 pessoas, a presidenta Michelle Bachelet anunciou que aceitará ajuda internacional para a reconstrução do país. O pedido oficial de assistência foi feito ao Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha). No sábado, a imprensa chilena entendeu que Bachelet havia descartado a necessidade de ajuda. Ontem, o chanceler chileno, Mariano Fernández, ressaltou que houve uma "apreciação jornalística equivocada". "Não é que o Chile se negou a receber ajuda, dissemos que não solicitaríamos enquanto não tivéssemos uma lista adequada dos objetivos para combater a catástrofe em que estamos." Segundo ele, com a experiência de sismos anteriores, "é preciso ter mais precisão para que a ajuda tenha um sentido".
Com a lista pronta, a ajuda não se fez esperar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voou de Montevidéu, onde assistiu ontem à posse do presidente uruguaio José Mujica, e viajou diretamente para Santiago. No aeroporto da capital chilena, foi o primeiro presidente a prestar solidariedade a Bachelet pessoalmente e prometeu que o Brasil enviará ajuda.
"Nós vamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para ser solidário ao Chile, como estamos sendo solidários ao Haiti", destacou Lula em seu programa de rádio semanal Café com Presidente. "O Chile tem uma vantagem: é um país mais estruturado, que historicamente vem vivendo com terremotos. Tem uma Defesa Civil mais preparada. É um pais mais rico. Mas, naquilo que for necessário, nós vamos ser solidários. O Brasil será solidário com o povo chileno e com qualquer outro povo que sofra qualquer catástrofe", completou. Pela manhã, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) definiu que a Marinha enviará um hospital de campanha e que equipes brasileiras de busca e salvamento serão enviadas num avião da Força Aérea Brasileira (FAB).
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Ásia e América Latina puxam alta do comércio mundial
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02-03-2010 |
Publicado em Valor Econômico
02/03/10
O comércio mundial de mercadorias teve em dezembro uma expansão sem precedentes de 4,8%, em comparação ao mês anterior, saindo rapidamente da enorme crise provocada pela recessão global, de acordo com dados do Bureau for Economic Policy Analysis, da Holanda, que faz o acompanhamento das trocas globais.
O volume de importações das economias emergentes continuou a crescer de maneira acelerada, com taxa de 7,8%. As importações foram mais altas na Ásia, com 12,2%, e na América Latina, com 9,1%, refletindo a dinamismo econômico. Em comparação, as importações dos países desenvolvidos só cresceram 0,7% em relação a novembro. A Ásia e a América Latina expandiram as exportações em cerca de 7,5%.
Os dados indicam que em dezembro o comércio internacional ficou 8% abaixo do volume de abril de 2008, em plena crise, mas 15% acima do nível de maio de 2009. As trocas globais fecharam com queda de 13,2% no ano, numa contração gigantesca da demanda em meio a um certo pânico sobre os rumos da economia.
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UE conclui negociação de livre comércio com Colômbia e Peru
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02-03-2010 |
Publicado em Valor Econômico
02/03/10
Por Assis Moreira
A União Europeia (UE) concluiu ontem com o Peru e Colômbia as negociações de um acordo de livre comércio. Para os exportadores brasileiros, isso pode resultar em desvantagem e maior competição nesses mercados.
O acordo prevê o fim das tarifas de importação, com liberalização de 80% do comércio de produtos industriais com o Peru e de 65% com a Colômbia, abrindo oportunidades de centenas de milhões de dólares de novos negócios.
Para a Europa, o interesse é sobretudo exportar carros, máquinas, serviços (bancos, telecomunicações), vinhos e produtos lácteos. Para os dois países andinos, a expectativa é reforçar suas exportações de açúcar, rum, banana e outros produtos agrícolas, como carnes de frango e bovina.
As tarifas de importação nos 27 países do bloco europeu já são baixas. Mas o acordo permitirá a entrada de produtos de Peru e Colômbia com taxa menor ou sem taxa. Já produtos brasileiros similares continuarão sujeitos à taxa normal, se não houver rapidamente um acordo Mercosul-UE.
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La Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños
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01-03-2010 |
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Publicado por El Mundo
01/03/10
Artículo del Embajador José Rivera Banuet, Secretario Permanente del SELA
El 22 y 23 de febrero se celebró en la Riviera Maya mexicana la Cumbre de la Unidad, constituida por la XXI Cumbre del Grupo de Río y la II Cumbre de América Latina y el Caribe sobre Integración y Desarrollo (CALC), a la que asistieron los jefes de Estado de los países de la regi[on, con el objetivo de profundizar la integración.
El principal acuerdo de la cumbre fue crear la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños, como un espacio regional propio, sin la presencia de Estados Unidos o Canadá, la cual asumirá el patrimonio del Grupo de Río y de la Calc, con objetivos como impulsar la integración, la concertación política, fomentar el diálogo con terceros países, promover la cooperación y la solución pacífica de controversias.
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Opinião: ¿Ignorantes o piratas?
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25-02-2010 |
Publicado en El Nacional
25/02/10
EDITORIAL
Veamos qué otra metida de pata hubo en la gris Cumbre de la Unidad de América Latina y el Caribe, en la cual los presidentes muy olvidados, acordaron crear la comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños. El nombre, como se sabe, es provisional y se ignora aún cuales serán sus características. El anfitrión mexicano, Felipe Calderón, se justificó de entrada: "Me parece, como ha dicho Raúl castro, que el nombre no tiene que ser lo primordial".
Pero la definición rigurosa de lo que sería este mecanismo, organización o foro, sí lo es. Porque de cumbre en cumbre, y entre anuncios y pronunciamientos, la institucionalidad regional se ha desdibujado, lo que ha dado lugar a que proliferen los conflictos y dejado a la OEA, siempre ineficaz, como única instancia a la cual recurrir.
La urgencia mediática de anunciar algo nuevo hizo olvidar a los jefes de Estado que un organismo como ése ya existe. Es el Sistema Económico Latinoamericano creado hace 35 años, del cual forman parte los países que asistieron a la cumbre - excepto unas pequeñas islas del Caribe - incluyendo a México, que fue su promotor, y a Cuba, que a través del SELA se reintegró en la comunidad latinoamericana.
El SELA está respaldado por un tratado internacional aprobado por las instancias legislativas de sus países miembros, tiene sede en Caracas y exhibe una tradición respetable. Para constituirlo se efectuaron todos los debates que ahora se anticipan como previos a hacer realidad el acuerdo de Cancún.
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