Brasil sedia a 21ª Olimpíada de Matemática do Cone Sul
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Notícias
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27-04-2010 |
Publicado em MCT
27/04/2010
O Brasil sedia a 21ª Olimpíada de Matemática do Cone Sul, competição que se realiza de 13 a 19 de junho, em Águas de São Pedro (SP). Participam do evento os países da porção meridional da América do Sul, representados por equipes de quatro estudantes de até 16 anos e dois professores. Também foram convidadas delegações da Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai.
A competição objetiva proporcionar uma oportunidade para os jovens demonstrarem suas habilidades em matemática, além de possibilitar a troca de conhecimentos e reforçar os contatos interculturais no ensino médio. “É uma grande satisfação receber em Águas de São Pedro, a olimpíada que reúne brilhantes jovens matemáticos e seus professores. Trabalharemos com rigor para que a competição seja de alto nível científico e para que a estadia de todos os participantes no Brasil seja a mais agradável possível” , disse Pablo Ganassim, presidente do comitê organizador do certame.
O Brasil será representado por uma equipe de quatro estudantes, todos vencedores da 31ª. Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) e dois professores líderes. A participação nacional nestas competições é organizada por meio da OBM, iniciativa realizada nas modalidades de ensino fundamental, médio e superior nas instituições públicas e privadas de todo o País.
Hoje, a competição alcança cerca de 350 mil estudantes e tem desempenhado um importante papel relacionado à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em matemática. A OBM é um projeto conjunto da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa/MCT) e tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) e do Instituto do Milênio Avanço Global e Integrado da Matemática Brasileira.
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Educação científica: a chave para o desenvolvimento
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Artigos
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09-04-2010 |
 Publicado em: Revista Linha Direta
04/2010
por Álvaro Albuquerque - Diretor Executivo da RITLA

Costuma-se dizer que, no mundo contemporâneo, o capital mais importante de um país é o conhecimento. produzi-lo, contudo, depende de boa formação. A ausência de uma educação científica de qualidade pode comprometer o desenvolvimento das inteligências necessárias a um mundo que demanda conhecimento e mentes inovadoras. Grandes descobertas como o mapeamento do DNA e a invenção da Internet são frutos de uma cadeia pedagógica e científica que começa na pré-escola, chega à universidade e continua em programas de pós-graduação e pesquisa. Afinal, Einsteins, Flemmings, Chagas, Lattes, não surgem da noite para o dia.
Ainda que o Brasil mostre, em diversas pesquisas, sérios problemas na esfera educacional e, em especial no ensino científico e tecnológico, são muitos os esforços desenvolvidos para superá-los. Os Estados e Municípios têm atuado na busca da valorização científica, mesmo enfrentando diferentes tipos de obstáculos. Esses esforços devem ser sistematizados e organizados em âmbito nacional, para, então, subsidiarem a formulação e implementação de políticas e ações que estabeleçam a importância da educação científica. Em fevereiro, participei do Fórum de Secretários Estaduais da Ciência e Tecnologia, no Rio Grande do Norte, no qual se debateu a situação da Ciência e Tecnologia no país e os desafios a serem enfrentados. Dentre eles, a necessidade de fortalecimento das parcerias, a construção de políticas e a tradução das atividades do setor para a sociedade.
O Brasil dispõe hoje de excelentes cientistas que se dedicam ao ensino das ciências e que começam a serem convocados para enfrentar vários desafios. Assim como outras organizações, a RITLA vem se mobilizando com o objetivo de oferecer sua experiência e cooperação internacional no setor ao governo brasileiro e aos demais Estados-Membros, com a convicção de que as novas condições políticas, mesmo diante das limitações econômicas, possam criar um clima favorável para a instauração de ações promissoras em Ciência e Tecnologia. Não podemos esquecer que diante do cenário mundial, de concentração de renda e exclusão social, é vital que estas novas tecnologias, e as oportunidades que elas criam, possam ser usadas para reduzir o abismo entre os que tem acesso e os que não tem acesso a elas, como também aqueles que interatuam com os meios e os recursos, modificando-os e intervindo ativamente com eles. A educação científica da atualidade é marcada pelo grande avanço na produção de novos conhecimentos e pela introdução de novas tecnologias, alterando os padrões estabelecidos e que resultam em mudanças em todos os setores da sociedade. Os instrumentos criados pelas novas tecnologias dependem essencialmente de recursos humanos capacitados para acessar informações e transformá-las em conhecimento e inovação.
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Artigos
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01-04-2010 |
Publicado em Folha de S. Paulo
01/04/10
Por Jorge Werthein
A discussão sobre educação precisa incluir a proposta de uma política de Estado específica para educação, ciência e tecnologia.
DEU NO "El País". Os espanhóis discutem um pacto social e político para a educação. Partidos políticos, administradores públicos, sindicatos, associações de pais, entre vários outros grupos de diferentes colorações políticas, debatem o papel da escola pública, a carreira de professor, um diagnóstico da situação educacional na Espanha e o investimento que o governo espanhol faz em educação, entre diversos temas.
Os debates parecem infindáveis, e parcela expressiva da população já se queixa da demora. Quer ver o quanto antes um acordo que permita elevar a qualidade educacional do país -reclama, por exemplo, do desempenho de seus jovens no Pisa, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, que afere o domínio em língua, matemática e ciências. Um breve olhar sobre essa discussão inevitavelmente remete à América Latina em geral e ao Brasil em particular: os problemas, em certa medida, se assemelham. A diferença está no fato de que lá, diferentemente daqui, o debate, ainda que inconcluso, já se estabeleceu. Está na ordem do dia.
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Criação do Sistema Nacional de Educação é discutida em Brasília
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Notícias
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30-03-2010 |
Publicado em Notícias da Rede
29/03/10
Na abertura oficial da conferência, que aconteceu neste domingo, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o ministro Fernando Haddad afirmou que o novo Plano Nacional de Educação precisa estabelecer metas de qualidade. “O PNE não pode mais se fixar em metas meramente quantitativas, que se referem ao atendimento. Temos que atender, mas não basta; é preciso atender bem, com metas qualitativas”. O ministro destacou ainda que é preciso proporcionar meios de atendimento a essas metas.
A secretária de Educação do Distrito Federal, Eunice Santos, que participou da solenidade, concorda com a avaliação do ministro. “A educação brasileira teve avanços significativos, mas, o novo PNE precisa definir diretrizes e meios que sejam assumidas pelo poder público, para que o país alcance a qualidade da educação”, avaliou Eunice.
Outro aspecto levantado foi a necessidade de contemplar todas as etapas da Educação Básica, a graduação e a pós-graduação no novo PNE. “É fundamental que a educação seja vista como um setor estratégico para o desenvolvimento do país. Para tanto, é preciso que haja efetivamente uma política de Estado para a educação e não apenas políticas de governo, que acabam sofrendo alterações a cada eleição, seja em nível municipal, estadual ou federal”, afirmou a secretária.
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Fórum discute os rumos da Educação Integral no DF e Goiás
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Notícias
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30-03-2010 |
Publicado em Notícias da Rede
30/03/10
“Este é o marco de uma nova etapa, é o momento de profunda reflexão. Através dessa reflexão abriremos novos caminhos da educação no nosso Brasil”. A afirmação é do secretário extraordinário de Educação Integral, Afonso Brito, que participou da abertura do 1º Fórum de Educação Integral e Programa Mais Educação, no Hotel Nacional, em Brasília, com o tema Brasil com Mais Educação.
O secretário de Educação Integral reforçou o compromisso de dar continuidade ao programa e enfatizou que esta meta será cumprida com obstinação. “Hoje a educação integral é uma realidade para 60 mil alunos em 290 escolas do DF”, comemorou.
O evento, que ocorre até esta terça-feira (30/3), reúne mais de mil educadores do Distrito Federal e Goiás e visa a discussão das diretrizes que regem o programa, consolidar a integração entre as várias instâncias governamentais e dar visibilidade às ações desenvolvidas. Além de palestras, acontecerão oficinas (veja abaixo) realizadas em parceria com a Universidade de Brasília o SEBRAE-DF, a Unesco, o Ministério dos Esportes e outras instituições.
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